Família Andreoli

Bandeira da Itália Donato Andreoli e sua mulher Catarina Fornazzaro vieram da Itália com seus dois filhos, Francisco e Eliza, na década de 1880. Seu destino foi Ribeirão Preto, onde se instalaram em um sítio, para cuidar da agricultura. Durante sua estada em Ribeirão Preto, nasceram os filhos: Atílio, João, Henrique, Maria Amabile, José e Eduardo. Em 1907, vieram para Santo André, passando a residir na Rua Coronel Oliveira Lima, onde hoje está a Lojas Americanas, montando nesse local uma quitanda, que permaneceu até 1922, data da morte de Donato. Em Santo André, nasceram mais três filhos: Cecília, Ida e Orlando. Seus filhos João e Henrique, já moços, foram morar em São Paulo, onde se tornaram funcionários públicos, trabalhando na Secretaria da Fazenda. Attilio, já falecido, foi pedreiro, trabalhando na construção do Hospital Municipal de Santo André. Foi casado com Maria Crespo, com  quem teve cinco filhos: Francisco (já falecido) era pedreiro; Alberto, desenhista; Ezidio, aposentado como chefe da Ultra-gaz; Elena, corretora de imóveis, e Mário, que faleceu ainda jovem. José, hoje com 87 anos, trabalhou no Lanifício Kovarick, foi bilheteiro do Cinema Carlos Gomes. Casou-se com Angelina Nali e tiveram os seguintes filhos: Leoni (começou trabalhando como escriturário na Liga Santoandreense de Futebol, depois foi secretário da Fiação e Tecelagem Tognato S.A.) e José (tapeceiro autónomo). Orlando, 78 anos, casado com Amélia Massaro. Suas filhas: Sônia, professora de arte culinária, e Iara, professora primária do Estado e diretora do Instituto de Educação Arthur de Queiroz. Orlando trabalhou na Cia. Lodgerwood do Brasil, Cia. Brasileira de Cartuchos e na Diasa, onde aposentou. Hoje é torneiro autónomo. Cecília, casada com Moacir Almeida Castanho. Por muitos anos, ela foi tecelã da Fábrica Ipiranguinha, e ele, chefe do escritório da mesma empresa. Seus filhos: Walfare é médico anestesista e sócio do Hospital N. Sra. da Penha em São Paulo. Ceei, prendas domésticas. Ida, com 84 anos, foi funcionária da Cia. Química Rhodia Brasileira. Casada com Nelson Horneaux, tiveram três filhos: Nelcida, professora de Ioga; Nelida e Maria Regina se dedicaram aos afazeres do lar, Eliza, que nasceu na Itália, casou cedo e foi morar em São Paulo, onde faleceu. Francisco foi casado com Eletra Pedotti. Por muito tempo, foi marceneiro da Cia. Streiff. Seus filhos: Alcides, já falecido, era ceramista; Ivo é modelador de cerâmica e dá aulas no Sesi; Wilma é costureira. Maria, já falecida, foi funcionária da Fábrica Ipiranguinha, casou-se com Júlio Paccini, com quem teve seis filhos: Ida, Ada, Olga, Cesare, Aristides e Orlando. Amabile casou-se com Carlos Galinucci, que foi mecânico da Cia. Lidgerwood do Brasil e tiveram cinco filhos: Hugo, Dirce, Reinaldo, Yolanda e Elza. Eduardo, já falecido, casou-se com Nair Trombeta, também de família tradicional de Santo André. Tiveram três filhos: Heidi, funcionária aposentada da Prefeitura Municipal de Santo André, como administradora do Hospital Municipal; Nacy, professora primária estadual, também aposentada, e Eduardo Júnior, casado com Maria Odila Bacheschi. Eduardo Andreoli foi muito conhecido pelo apelido de "Cabão", isto em virtude de seu físico atlético e muito alto e ter sido cabo por ocasião do serviço militar. Foi chefe da mecânica do Lanifício Kowarick. Jogou futebol pelo Brasil F.C., de Santo André, clube que era mantido pela Família Flaquer. Foi por muito tempo operador no Cinema Carlos Gomes.